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Segundo E-bit, O E-commerce no Brasil deve faturar R$ 34,6 bilhões em 2014

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O varejo  online, deve apresentar um crescimento  de 20% e um faturamento de R$ 34,6 bilhões, em 2014. A fonte é a 29ª edição do relatório WebShoppers, o relatório mais sólido sobre o comércio eletrônico, realizado pela E-bit com apoio da Bain & Company. Segundo a empresa, no ano passado o setor cresceu, nominalmente, 28% e faturou R$ 28,8 bilhões, superando a expectativa de 25%. Veja, segundo E-bit, O E-commerce no Brasil deve faturar R$ 34,6 bilhões em 2014.

 

A Black Friday é um dos fatores que mais movimentou o comércio eletrônico com R$ 770 milhões em um único dia, além do aumento da banda larga nos lares dos brasileiros. As vendas de smartphones entre as classes C e D,  ajudou a impulsionar a entrada de 9,1 milhões de novos consumidores no e-commerce. A quantidade de pessoas que realizaram compras via internet, em 2013, foi de 51,3 milhões de pessoas.

Moda e acessórios também de moda, foram os produtos que mais venderam, com 19% de share. Em segundo lugar, a categoria de cosméticos e perfumaria, cuidados pessoais e saúde apresentou 18% de participação. Houve queda nas vendas de eletrodomésticos, que tiveram 10% de share em 2013.

Segundo o relatório, 47% dos consumidores ainda não consideram a internet um ambiente seguro para realizar compras, pois enfrentaram problemas para devolver ou trocar o produto. Mas, na avaliação do E-bit, o Net Promoter Score (NPS), que mensura a satisfação dos consumidores, foi bom. No início de 2013, o índice foi de 45,93% e subiu para 59,29% em outubro. Apesar da queda em dezembro (46,93%), os números se mostraram mais positivos do que os registrados em 2012.

M-commerce

Em crescimento constante, o mobile commerce é uma realidade que precisa ser desbravada pelas lojas eletrônicas brasileiras. Em 2013, a empresa mostra que a participação de compras online por meio de dispositivos móveis dobrou de janeiro (2,5%) para dezembro (4,8%) do ano passado.

A previsão é de que a participação dessa modalidade cresça ainda mais, o que vai exigir mais atenção dos varejistas na experiência dos consumidores móveis. Segundo a empresa Pedro Guasti, diretor executivo da E-bit, grande parte das lojas ainda não está preparada para o ambiente de navegação em smartphones e tablets.

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